e-flux video rental
Mostra de vídeos e conferência com Miguel Wandschneider.
Terça-feira, 15 de Julho às 18h00.
Fundação Calouste Gulbenkian
Av. de Berna 45
Sede da Fundação Piso -1
Mostra de vídeos e conferência com Miguel Wandschneider.
Terça-feira, 15 de Julho às 18h00.
Fundação Calouste Gulbenkian
Av. de Berna 45
Sede da Fundação Piso -1
Conferência · 26 DE JUNHO DE 2008
Auditório da Faculdade de Belas-Artes da Faculdade de Lisboa · 18h30
Nesta conferência, a artista Aglaia Konrad irá falar sobre o seu trabalho. Elegendo a fotografia como medium privilegiado, Aglaia Konrad analisa o fenómeno do espaço urbano com um entusiasmo infeccioso. Exemplos de utopias locais, modernismo programático e pragmatismo eufórico são encadeados em ensaios visuais acerca de uma forma de vida inconfundivelmente contemporânea – a cidade.
Informações
21 790 51 55
A Cinemateca em colaboração com o Departamento de Cinema / Imagem em Movimento do Ar.Co apresentam:
(Terça-feira, 03 de Junho às 21:30) Com a presença de Manuel Castro Caldas
LANCELOT DU LAC
Lancelot do Lago
De Robert Bresson
França/Itália, 1974 - 85 min.
legendado em português
Robert Bresson aproxima-se da mitologia da Idade Média com um olhar despojado e austero, quase roçando a abstracção, muito longe do som e fúria que caracterizam as incursões de Hollywood no mesmo tema dos Cavaleiros da Távola Redonda e dos amores adúlteros de Lancelot do Lago e Ginevra, mulher do Rei Artur. A aventura que interessa a Bresson é a interior. O filme que está para o cinema como as Batalhas de Uccello estão para a pintura.
(Quarta-feira, 04 de Junho às 22:00)
SANS SOLEIL
De Chris Marker
França, 1983 - 100 min.
Não Legendado
Uma mulher narra os pensamentos de um viajante em SANS SOLEIL, baseado nas cartas de Sandor Krasna e construído como uma travessia do olhar pelo mundo, em que a realidade é evocada através da palavra. SANS SOLEIL é, juntamente com LA JETÉE, um dos filmes mais influentes e radicais da obra de Chris Marker, um conto e uma viagem contados em imagens fixas. Última passagem na Cinemateca em 1996.
ANEMIC CINEMA
De Marcel Duchamp
1925 - 7 min.
Não Legendado
Filme mudo, sem intertítulos.
De Michael Snow
Estados Unidos, 1967 - 45 min.
Não Legendado
ANEMIC CINEMA, famosa curta-metragem de Marcel Duchamp, é um ensaio filmado e provocante em que o autor põe em causa as próprias regras admitidas e aplicadas pelo cinema. O “one shot movie” de Michael Snow compõe-se basicamente de um longo zoom, que parte de um plano geral do interior de um apartamento para se deter numa fotografia afixada na parede. As personagens fazem a sua aparição dentro do apartamento, plano em quatro momentos. A experiência da duração, o jogo entre o dentro e o fora de campo e a “falsidade” do plano único fazem de WAVELENGTH um “sucedâneo underground” de ROPE, de Hitchcock.
TSVET GRANATA-SAYAT NOVA
“A Cor da Romã – Sayat Nova”
De Sergei Paradjanov
URSS, 1969 - 70 min.
Legendado em françês
Biografia do poeta e trovador arménio do século XVIII Sayat Nova, na singular abordagem pictórica de Paradjanov. "Sayat Nova é Paradjanov como Andrei Roubliov era Tarkovski. A primeira legenda do filme, um verso de Sayat Nova “Eu sou aquele cuja alma está atormentada” é uma legenda que se aplica também à personalidade de Paradjanov" (Manuel Cintra Ferreira).
LIEBE IST KÄLTER ALS DER TOD
“O Amor É Mais Frio do Que a Morte”
De Rainer W. Fassbinder
Alemanha, 1969 - 88 min.
Legendado em françês
Fassbinder dividiu as suas primeiras obras em. “fitas de cinema” e "filmes burgueses". Datam deste período três peculiares filmes de gangsters, entre os quais a sua longa-metragem de estreia "O AMOR É MAIS FRIO DO QUE A MORTE", que também é uma homenagem a VIVRE SA VIE de Godard. Ao enredo, típico de um filme de género, contrapõe-se uma encenação despojada, com magníficos enquadramentos e uma imagem muito branca, dos quais emana uma esmagadora força poética.
MESHES IN THE AFTERNOON
De Maya Deren e Alexander Hammid
Estado Unidos, 1943 - 18 min.
Legendado electronicamente em português
De Aleksandr Sokurov
URSS, 1988 - 40 min.
Legendado electronicamente em português
OÙ GÎT VOTRE SOURIRE ENFOUÏ?
Onde Jaz o Teu Sorriso
De Pedro Costa
Portugal, 2002 - 104 min.
Legendado em português
No momento da montagem da terceira versão de SICILIA! por Jean-Marie Straub e Daniéle Huillet, Pedro Costa rodou uma “comédia da remontagem”. Por detrás da sua paciência "au travail", terna e violenta, os dois cineastas desvelam uma certa ideia do cinema, do seu cinema, do seu casal, e do casal "tout court".
SUD PRALAD / TROPICAL MALADY
“Doença Tropical”
De Apichatpong Weerasethakul
França / Tailândia / Itália, 2004 - 118 min.
Legendado em inglês
Filmado em duas partes, TROPICAL MALADY começa como uma sensual história de amor e termina nocturnamente com uma caça ao homem pela selva tropical, combinando o lirismo e a magia numa abordagem radical. Primeira exibição na Cinemateca.
NOTRE MUSIQUE
“A Nossa Música”
De Jean-Luc Godard
França / Suiça, 2004 - 80 min.
Legendado em português
Evocação de Sarajevo, onde a cidade se “abre” para uma conotação simbólica humanista. Dividido em três partes ("Inferno", "Purgatório" e "Paraíso"), NOTRE MUSIQUE é uma reflexão vibrante e desencantada, sobre “os nossos tempos”, e sobre os conflitos que os rasgam (aos "nossos tempos"). Em fundo, o cinema: “alguma vez foi picado por uma abelha mortar?” pergunta que já vinha dos tempos de NOUVELLE VAGUE (1990) e repete a de Walter Brennan, em 1944, em TO HAVE AND HAVE NOT.
FEAR AND LOATHING IN
“Delírio em Las Vegas”
De Terry Gilliam
Estados Unidos, 1998 - 118 min.
Legendado electronicamente em português
Las Vegas, 1971, é o ambiente e a época do filme realizado por Terry Gilliam a partir da famosa novela de Hunter S. Thompson, em que se relata a cobertura jornalística de uma corrida de motas no deserto do Nevada. Os seus protagonistas são o duo alucinado formado por um jornalista desportivo e o seu advogado samoano, obstinados em manter uma trip ininterrupta. Eufórico e melancólico, DELÍRIO EM LAS VEGAS reflecte também uma América em colapso. Primeira exibição na Cinemateca.
ROBERT : SCHASTLIVAYA ZHIZN
“Hubert Robert: Uma Vida Afortunada”
De Aleksandr Sokurov
URSS, 1996 - 26 min.
Legendado em inglês
LES MAÎTRES FOUS
De Jean Rouch
França, 1954 - 28 min.
Legendado electronicamente em português
Oslo Screen Festival is an event organized in the year of Cultural Diversity 2008 in Norway. Screen focuses on innovative and experimental works within the field of video art, and this year encourages artists and filmmakers to approach the theme of alterity / identity in their works.
The festival is going to take place at the Cinematheque in Oslo and other places around the city on October 24th, 25th and
26th. An award of €1000 will be given to the best video. Find entry & regulations at http://www.screenfestival.no
Deadline June 30th
Desenho
Inauguração: 5 de Maio 2008, 19.00h.
Patente de 5 a 31 de Maio no Centro Hospitalar Psiquiátrico de Lisboa - Espaço Átrio.
Av. do Brasil nº. 53 - Lisboa.
In collaboration with the Danish Cinemateque (www.dfi.dk) and the Portuguese Embassy in Denmark, the film association Kulturopa is arranging a Portuguese film week to take place at the Danish Cinemateque in Copenhagen, September 2008.
At the film week approximately 10 contemporary Portuguese feature films will be shown. The films are selected by the Danish Cinemateque.
As an individual part of the film week, Kulturopa is working on putting together a programme of Portuguese short films that will also be shown at the Cinemateque.
Deadline for submission of short films is May 1st, 2008
The short films are selected by Kulturopa and the Danish Cinemateque.
The filmmakers of the selected films will be contacted directly.
Please send your film in dvd PAL, English subtitles, to:
Kulturopa
Att: Mia Degner
Sølvgade 91, 3.tv
1307 København K
DENMARK
For further information please take a look at the homepage www.kulturopa.dk or contact Mia Degner mia@kulturopa.dk
Temos 5 convites duplos para os alunos do Departamento Cinema/Imagem em Movimento do Ar.Co para o filme "Os Fragmentos de Tracey" de Bruce McDonald, no fim-de-semana de 22 e 23 (o filme estreia a 20), qualquer sessão à escolha. Só têm de dar os nomes até quarta-feira dia 19 à Ana Martinho (Gabinete de Desenvolvimento do Ar.Co)
5ª feira 13 de Março de 2008, 21 horas
Salão do Ar.Co, Rua de Santiago, 18, Lisboa
Em sessões que se desenrolarão ao longo do ano lectivo, personalidades nacionais e internacionais envolvidas com a produção, divulgação e administração das artes são convidadas a destacar, individual e informalmente, aspectos relevantes da sua experiência profissional ou de recentes experiências formativas, compondo visões subjectivas dos mecanismos do “mundo da arte”.
As sessões destinam-se prioritariamente a alunos do Ar.Co em fase de finalização da sua formação (Fases 3, Cursos Avançados, Projectos Individuais).
NOTA BIOGRÁFICA
Licenciado em Gestão de Empresas, pela Universidade Católica Portuguesa. Desde 1999, é o director e responsável pelo projecto Lisboa 20 Arte Contemporânea.
Pioneiro em Portugal, o projecto Lisboa 20 Arte Contemporânea iniciou-se organizando as suas exposições em espaços escolhidos pelos artistas. Em Fevereiro de 2003, foi inaugurado um espaço em Campo de Ourique (Rua Tenente Ferreira Durão n.º 18-B), realizando exposições regulares e contendo em acervo obras de todos os artistas representados.
Em 2007, para além da programação regular, foi criado o projecto online LX 2.0, a partir do qual projectos de net arte são encomendados a artistas desenvolvendo um percurso relevante nesta área.
Na próxima quinta-feira, pelas 18h30, terá lugar na Culturgest uma conversa com Ricardo Jacinto no contexto da sua exposição.
Centro de Arte Moderna José Azeredo Perdigão / Sala Polivalente
Sexta-feira 14 de Março às 18h30 / entrada livre
RACHEL REUPKE
Nasceu em Inglaterra em 1971; vive e trabalha em Londres.
Foi vencedora do www.picomirador.com em 2003 e do Prémio London Artists’ Film and Video em 2004.
Expõe desde 2004, tendo participado em festivais e exposições um pouco por todo o mundo, destacando-se Tour-isms, na Fundació Antoni Tàpies, em Barcelona (2004), Randonnée, no festival Sonar, no Museu d’Art Contemporani de Barcelona (2005) e A Season in Hell, na Galeria Danielle Arnaud de Londres. Durante o ano de 2007, já expôs na Tate Modern, Londres (I am Future Melancholic), no L’Espace Croisé, Roubaix, em França (24 Hour Fresh Air) e no Vidéo et après, do Centre Georges Pompidou, de Paris, cuja colecção integra uma das suas peças. Já esteve presente em Portugal, em 2003, no Video Lisboa, na Galeria Zé dos Bois.
"Este País não é para Velhos", "No Country For Old Men"
Estados Unidos - 2007
122 min - Drama
18 anos
Tommy Lee Jones (Actor / Actriz)
Josh Brolin (Actor / Actriz)
Javier Bardem (Actor / Actriz)
Joel Coen (Argumento)
Ethan Coen (Argumento)
Joel Coen (Realização)
Ethan Coen (Realização)
http://www.nocountryforoldmen-themovie.com/
A Take One é uma produtora de vídeo especializada em filmes de entretenimento,
institucionais e videografias.
Para além de um vasto curriculum ligado a empresas e a particulares, dedicamos uma
especial atenção ao universo infantil.
Descrição:
• Realização de vídeo
• Edição de imagens e som
• Disponibilidade em horário laboral
• Reporte directo à Direcção Criativa
• Remuneração por projecto
• Duração: 3 meses (Abril a Junho)
Skills & Profile:
• Domínio dos programas de After Effects e Premiere
• PC próprio
• Criatividade
• Rigor
• Orientação para resultados
Os candidatos deverão enviar o seu cv para info@mytakeone.com, juntamente
com uma fotografia.
A Take One é uma produtora de vídeo especializada em filmes de entretenimento,
institucionais e videografias.
Para além de um vasto curriculum ligado a empresas e a particulares, dedicamos uma
especial atenção ao universo infantil,
Descrição:
• Recolha de imagens de Vídeo
• Disponibilidade em horário laboral
• Reporte directo à Direcção Criativa
• Remuneração por projecto
• Duração: 3 meses (Abril a Junho)
Skills & Profile:
• Experiência mínima em filmagem
• Camera própria (preferencialmente)
• Criatividade
• Rigor
• Orientação para resultados
Os candidatos deverão enviar o seu cv para info@mytakeone.com, juntamente
com uma fotografia.
Visionamento do filme Palácio de Pedro Rufino, aluno do Ar.Co, dia 25 Fevereiro às 22h00 no Estúdio Bomba Suicida | Entrada: 3€ |Rua dos Caetanos, 26 (Em frente ao Conservatório de Música) Bairro Alto | Reservas e info: +351 213427605 | http://bombasuicida.blogspot.com/
Dia 24 de Fevereiro - Domingo - 18.00h
Mesa Redonda - com João Mário Grilo, Pedro Mexia, Augusto Seabra, Pedro Bandeira
a propósito da exposição "Ida e volta: ficção e realidade" patente no Centro de Arte Moderna (CAMJAP).
Patente no Museu Nacional de Arte Contemporânea - Chiado.
14 Março – 16 Junho
Inauguração: 13 Março. Quinta-feira. 19.00h
A arte cinética baseia-se, sobretudo, numa utopia: levar a arte à vida. De facto, ela foi uma das correntes artísticas que mais se aproximaram dessa meta, graças à influência que teve na sociedade, como fonte de inspiração em terrenos tão diferentes como a indústria da moda, a criação arquitectónica, o mundo dos media e a criação gráfica.
O público teve a possibilidade de se movimentar no interior das obras, de interagir com elas, de as apreender, de se perder nelas, de se misturar com elas. Enquanto elemento fundador do movimento o público converteu-se em autor da obra. Efectivamente, a obra necessita dos olhos do espectador para estar «viva» e poder alargar todo o seu sentido, a sua expressão: se ninguém passar diante dela, mesmo que fugazmente, nenhum movimento se produz.
Na origem desta utopia existiu um acontecimento fundamental: a exposição Le Movement, na Galerie Denise René, em 1955. Victor Vasarely, que tinha obras suas em exposição, foi o instigador. Essa exposição foi um acontecimento fundamental da história da arte do pós-guerra. Obras de Marcel Duchamp e Victor Vasarely, pioneiros do movimento, confrontavam-se com os trabalhos de jovens artistas como Yaacov Agam, Pol Bury, Jesús Rafael Soto e Jean Tinguely. As obras expostas representavam o movimento, alegórica ou realmente.
Dez anos mais tarde chegaria uma espécie de consagração, com a exposição The Responsive Eye no Museum of Modern Art de Nova Iorque. Foi a propósito desta exposição que o crítico de arte norte-americano Lawrence Alloway empregou o termo Op Art, num artigo publicado no Times. Este foi, em todo o caso, o momento culminante da arte cinética; chegou a crer-se, brevemente, que ela iria destronar a Pop Art. Mas este pico da arte cinética foi também o seu canto do cisne.
artistas:
Nadir Afonso . Yaacov Agam . René Bertholo . Martha Boto . Pol Bury . Carlos Cruz-Diez . Hugo Demarco . Ángel Duarte . Marcel Duchamp . Equipo 57 . Darío Pérez Flores . Karl Gerstner . Eduardo Nery . Julio Le Parc . António Pedro . Bridget Riley . Artur Rosa . Horacio García Rossi . Pierre Rovère . Nicolas Schöffer . Eusebio Sempere . Paul Sharits . Francisco Sobrino . Jesús Soto . Joël Stein . Jean Tinguely . Gregorio Vardanega . Victor Vasarely . Dominique Willoughby . Jean-Pierre Yvaral
curador
Emmanuel Guigón, director do Musée dês Beaux-Arts et Archéologique de Besançon
O Portuguese Video Art Archive é um projecto sem fins lucrativos que procura reunir e catalogar trabalhos em suporte video ou película digitalizada que tenham sido produzidos em Portugal. Tem como objectivo de organizar screenings e programar plataformas de apresentação pública a nível nacional.O Arquivo consistirá num banco de dados online, com videografias, fichas de autor e contactos. Futuramente o arquivo tem como missão criar condições que facilitem a sua consulta.
O arquivo respeita as leis direitos de autor, tendo apenas fins de divulgação e investigação, não permitindo cópia de trabalhos.
Todos os filmes deverão ser enviados em formato CD-ROM ou DVD(Data) e também em formato DVD (video), devidamente identificados com nome do autor, título, duração e contacto de e-mail.
morada para envio:
Margarida Mendes
Av. Gomes Pereira 22, 5C
1500-330 Lisboa
contacto:
Margarida Mendes 916080853
portuguesevideoartarchive@gmail.com
http://ptvideoartarchive.blogspot.com/