12 March 2008

Ciclo "Experiência profissional e académica no campo das artes - testemunhos": Miguel Nabinho

5ª feira 13 de Março de 2008, 21 horas
Salão do Ar.Co, Rua de Santiago, 18, Lisboa

Em sessões que se desenrolarão ao longo do ano lectivo, personalidades nacionais e internacionais envolvidas com a produção, divulgação e administração das artes são convidadas a destacar, individual e informalmente, aspectos relevantes da sua experiência profissional ou de recentes experiências formativas, compondo visões subjectivas dos mecanismos do “mundo da arte”.

As sessões destinam-se prioritariamente a alunos do Ar.Co em fase de finalização da sua formação (Fases 3, Cursos Avançados, Projectos Individuais).

NOTA BIOGRÁFICA
Licenciado em Gestão de Empresas, pela Universidade Católica Portuguesa. Desde 1999, é o director e responsável pelo projecto Lisboa 20 Arte Contemporânea.
Pioneiro em Portugal, o projecto Lisboa 20 Arte Contemporânea iniciou-se organizando as suas exposições em espaços escolhidos pelos artistas. Em Fevereiro de 2003, foi inaugurado um espaço em Campo de Ourique (Rua Tenente Ferreira Durão n.º 18-B), realizando exposições regulares e contendo em acervo obras de todos os artistas representados.
Em 2007, para além da programação regular, foi criado o projecto online LX 2.0, a partir do qual projectos de net arte são encomendados a artistas desenvolvendo um percurso relevante nesta área.

Ricardo Jacinto

Na próxima quinta-feira, pelas 18h30, terá lugar na Culturgest uma conversa com Ricardo Jacinto no contexto da sua exposição.

11 March 2008

Conferência Rachel Reupke

Centro de Arte Moderna José Azeredo Perdigão / Sala Polivalente
Sexta-feira 14 de Março às 18h30 / entrada livre

RACHEL REUPKE
Nasceu em Inglaterra em 1971; vive e trabalha em Londres.
Foi vencedora do www.picomirador.com em 2003 e do Prémio London Artists’ Film and Video em 2004.
Expõe desde 2004, tendo participado em festivais e exposições um pouco por todo o mundo, destacando-se Tour-isms, na Fundació Antoni Tàpies, em Barcelona (2004), Randonnée, no festival Sonar, no Museu d’Art Contemporani de Barcelona (2005) e A Season in Hell, na Galeria Danielle Arnaud de Londres. Durante o ano de 2007, já expôs na Tate Modern, Londres (I am Future Melancholic), no L’Espace Croisé, Roubaix, em França (24 Hour Fresh Air) e no Vidéo et après, do Centre Georges Pompidou, de Paris, cuja colecção integra uma das suas peças. Já esteve presente em Portugal, em 2003, no Video Lisboa, na Galeria Zé dos Bois.

07 March 2008

A ver

"Este País não é para Velhos", "No Country For Old Men"
Estados Unidos - 2007
122 min - Drama
18 anos

Tommy Lee Jones (Actor / Actriz)
Josh Brolin (Actor / Actriz)
Javier Bardem (Actor / Actriz)
Joel Coen (Argumento)
Ethan Coen (Argumento)
Joel Coen (Realização)
Ethan Coen (Realização)

http://www.nocountryforoldmen-themovie.com/

02 March 2008

Estágio – Editor de Vídeo

A Take One é uma produtora de vídeo especializada em filmes de entretenimento,
institucionais e videografias.
Para além de um vasto curriculum ligado a empresas e a particulares, dedicamos uma
especial atenção ao universo infantil.
Descrição:
• Realização de vídeo
• Edição de imagens e som
• Disponibilidade em horário laboral
• Reporte directo à Direcção Criativa
• Remuneração por projecto
• Duração: 3 meses (Abril a Junho)
Skills & Profile:
• Domínio dos programas de After Effects e Premiere
• PC próprio
• Criatividade
• Rigor
• Orientação para resultados
Os candidatos deverão enviar o seu cv para info@mytakeone.com, juntamente
com uma fotografia.

Estágio – Camera Men

A Take One é uma produtora de vídeo especializada em filmes de entretenimento,
institucionais e videografias.
Para além de um vasto curriculum ligado a empresas e a particulares, dedicamos uma
especial atenção ao universo infantil,
Descrição:
• Recolha de imagens de Vídeo
• Disponibilidade em horário laboral
• Reporte directo à Direcção Criativa
• Remuneração por projecto
• Duração: 3 meses (Abril a Junho)
Skills & Profile:
• Experiência mínima em filmagem
• Camera própria (preferencialmente)
• Criatividade
• Rigor
• Orientação para resultados
Os candidatos deverão enviar o seu cv para info@mytakeone.com, juntamente
com uma fotografia.

25 February 2008

"Palácio" de Pedro Rufino

Visionamento do filme Palácio de Pedro Rufino, aluno do Ar.Co, dia 25 Fevereiro às 22h00 no Estúdio Bomba Suicida | Entrada: 3€ |Rua dos Caetanos, 26 (Em frente ao Conservatório de Música) Bairro Alto | Reservas e info: +351 213427605 | http://bombasuicida.blogspot.com/

19 February 2008

Fundação Calouste Gulbenkian - Mesa Redonda

Dia 24 de Fevereiro - Domingo - 18.00h
Mesa Redonda - com João Mário Grilo, Pedro Mexia, Augusto Seabra, Pedro Bandeira
a propósito da exposição "Ida e volta: ficção e realidade" patente no Centro de Arte Moderna (CAMJAP).

Exposição "revolução cinética"

Patente no Museu Nacional de Arte Contemporânea - Chiado.

14 Março – 16 Junho
Inauguração: 13 Março. Quinta-feira. 19.00h

A arte cinética baseia-se, sobretudo, numa utopia: levar a arte à vida. De facto, ela foi uma das correntes artísticas que mais se aproximaram dessa meta, graças à influência que teve na sociedade, como fonte de inspiração em terrenos tão diferentes como a indústria da moda, a criação arquitectónica, o mundo dos media e a criação gráfica.

O público teve a possibilidade de se movimentar no interior das obras, de interagir com elas, de as apreender, de se perder nelas, de se misturar com elas. Enquanto elemento fundador do movimento o público converteu-se em autor da obra. Efectivamente, a obra necessita dos olhos do espectador para estar «viva» e poder alargar todo o seu sentido, a sua expressão: se ninguém passar diante dela, mesmo que fugazmente, nenhum movimento se produz.

Na origem desta utopia existiu um acontecimento fundamental: a exposição Le Movement, na Galerie Denise René, em 1955. Victor Vasarely, que tinha obras suas em exposição, foi o instigador. Essa exposição foi um acontecimento fundamental da história da arte do pós-guerra. Obras de Marcel Duchamp e Victor Vasarely, pioneiros do movimento, confrontavam-se com os trabalhos de jovens artistas como Yaacov Agam, Pol Bury, Jesús Rafael Soto e Jean Tinguely. As obras expostas representavam o movimento, alegórica ou realmente.
Dez anos mais tarde chegaria uma espécie de consagração, com a exposição The Responsive Eye no Museum of Modern Art de Nova Iorque. Foi a propósito desta exposição que o crítico de arte norte-americano Lawrence Alloway empregou o termo Op Art, num artigo publicado no Times. Este foi, em todo o caso, o momento culminante da arte cinética; chegou a crer-se, brevemente, que ela iria destronar a Pop Art. Mas este pico da arte cinética foi também o seu canto do cisne.

artistas:
Nadir Afonso . Yaacov Agam . René Bertholo . Martha Boto . Pol Bury . Carlos Cruz-Diez . Hugo Demarco . Ángel Duarte . Marcel Duchamp . Equipo 57 . Darío Pérez Flores . Karl Gerstner . Eduardo Nery . Julio Le Parc . António Pedro . Bridget Riley . Artur Rosa . Horacio García Rossi . Pierre Rovère . Nicolas Schöffer . Eusebio Sempere . Paul Sharits . Francisco Sobrino . Jesús Soto . Joël Stein . Jean Tinguely . Gregorio Vardanega . Victor Vasarely . Dominique Willoughby . Jean-Pierre Yvaral

curador
Emmanuel Guigón, director do Musée dês Beaux-Arts et Archéologique de Besançon

17 February 2008

Portuguese Video Art Archive

O Portuguese Video Art Archive é um projecto sem fins lucrativos que procura reunir e catalogar trabalhos em suporte video ou película digitalizada que tenham sido produzidos em Portugal. Tem como objectivo de organizar screenings e programar plataformas de apresentação pública a nível nacional.O Arquivo consistirá num banco de dados online, com videografias, fichas de autor e contactos. Futuramente o arquivo tem como missão criar condições que facilitem a sua consulta.

O arquivo respeita as leis direitos de autor, tendo apenas fins de divulgação e investigação, não permitindo cópia de trabalhos.

Todos os filmes deverão ser enviados em formato CD-ROM ou DVD(Data) e também em formato DVD (video), devidamente identificados com nome do autor, título, duração e contacto de e-mail.

morada para envio:
Margarida Mendes
Av. Gomes Pereira 22, 5C
1500-330 Lisboa

contacto:
Margarida Mendes 916080853
portuguesevideoartarchive@gmail.com
http://ptvideoartarchive.blogspot.com/

08 January 2008

Histórias do Cinema por si próprio

Programa por Ricardo Matos Cabo

Na Culturgest
De quarta 23 a Domingo 27 de Janeiro de 2008
Pequeno Auditório· Duração 2h00 · 2 Euros (Preço único)


Este programa é uma pequena introdução ao tema vasto das histórias do cinema através do cinema. Apresenta ensaios visuais, documentários e outras formas que reflectem através das imagens e dos sons uma visão crítica da História do Cinema para além da cronologia e da história dos autores ou épocas, recorrendo a excertos, à reutilização de imagens, à invenção e análise visual. O programa apresenta diversos exemplos e abordagens deste género maior, presente desde sempre na história do cinema: formas pedagógicas e críticas, meta-histórias do cinema, filmes--compilação, reconstituições e outras formas que se relacionam directamente com esta possibilidade do cinema de constituir um discurso sobre si próprio.

Quarta 23 · 18h30
Modelos pedagógicos / críticos
Naissance du Cinéma de Roger Leenhardt, 1945, 45’
Eadweard Muybridge, Zoopraxographer de Thom Andersen, 1974, 60’
Naissance du Cinéma foi uma encomenda de Henri Langlois a Roger Leenhardt e faz uso da colecção de dispositivos cinematográficos da Cinemateca Francesa para reconstituir alguns momentos da história primitiva do cinema. O filme de Thom Andersen é um ensaio sobre as implicações históricas, científicas e políticas da obra de Eadweard Muybridge.

Quarta 23 · 21h30
A tradição está na passagem do fogo e não no culto das cinzas
Tradition ist die Weitergabe des Feuers und Nicht die Anbetung der Asche [A Tradição está na Passagem do Fogo e não no Culto das Cinzas] de Gustav Deutsch, 1999, som, 1’
The Film of Her de Bill Morrison, 1996, p/b, som, 13’
Public Domain de Hollis Frampton, 1972, p/b, sem som, 18’
Transparencies de Yervant Gianikian e Angela Ricci-Lucchi, 1998, 10’
Bits and Pieces compilados no Nederlands Filmmuseum (selecção), 10’
Standard Gauge de Morgan Fisher, 1984, 35’
Uma sessão dedicada à cultura do arquivo, da preservação do suporte e do fragmento através de diferentes exemplos – um documentário sobre a descoberta da colecção de “paper prints” da Library of Congress nos EUA, um filme de Hollis Frampton composto por imagens retiradas dessa colecção, duas alegorias sobre o fogo, a cinza, a preservação e destruição do suporte nitrato; uma colecção de fragmentos preservados pelo Nederlands Filmmuseum e finalmente um ensaio autobiográfico de Morgan Fisher composto por imagens de fragmentos de película coleccionados pelo realizador.

Quinta 24 · 18h30
Clássicos instantâneos
Intolerance (Abridged) de Standish Lawder, 1960, 15’
Screening Room with Standish Lawder and Stanley Cavell de Robert Gardner, 1973-2005, 70’
Intolerance (Abridged) é o primeiro filme de uma série que Standish Lawder chamou de “clássicos instantâneos”. É uma redução e compressão da totalidade do filme de D.W. Griffith. O episódio de Screening Room documenta o encontro entre Standish Lawder e o filósofo norte-americano Stanley Cavell, aquando da publicação do seu primeiro e fundamental livro sobre cinema, The World Viewed.

Quinta 24 · 21h30
A reconstituição biográfica, o ensaio visual, e o making-of experimental
Le grand Méliès de Georges Franju, 1951, 25’
Visual Essays: Origins of Film – Méliès Catalogue de Al Razutis, 1973, 8’
Visual Essays: Origins of Film – Sequels in Transfigured Time de Al Razutis, 1976, 14’
Visual Essays: Origins of Film – Lumière’s Train (Arriving at the Station) de Al Razutis, 1979, 9’
Autour de la Roue de Blaise Cendrars, 1920-23, 15’
Autour de la Fin du Monde de Eugène Deslaw, 1930, 15’
Um filme menos conhecido de Georges Franju, recreação de momentos da vida de George Méliès, tendo como protagonistas a própria família do realizador. De seguida três estudos visuais de Al Razutis, investigações sobre a matéria pictural e fantasmática dos filmes de Méliès.
A segunda parte da sessão abre com outro dos ensaios de Al Razutis da mesma série tendo como eixo as imagens da chegada à estação filmadas pelo irmãos Lumiére. A fechar dois filmes raros sobre a rodagem de La Roue e La Fin du Monde de Abel Gance.

Sexta 25 · 18h30
Diversidade primitiva
Opening the Nineteenth Century de Ken Jacobs, 8’
A partir de filmes de viagem do catálogo Lumière, um filme que usa o Efeito Pulfrich a 3D. O filme é simétrico podendo ser mostrado em qualquer direcção. O feixe do projector mantém o ângulo quando encontra o écran, introduzindo volume e luz enquanto Paris, Cairo e Veneza de há um século atrás desfilam pelo écran.
Tom Tom the Piper’s Son de Ken Jacobs, 1969, 115’
Análise do filme Tom Tom The Piper’s Son realizado por Billy Bitzer em 1905, um filme inspirado numa gravura de William Hogarth, “Southwark Fair”, originando uma transfiguração espectral das imagens de origem. Jacobs penetra na imagem, estudando cada plano em detalhe e criando um dos trabalhos mais importantes do cinema de vanguarda norte-americano.

Sexta 25 · 21h30
A saída da fábrica – variações
Motion Picture: La sortie de l’usine lumière à Lyon de Peter Tscherkassky, 1984, 3’30’’
Arbeiter verlassen der Fabrik de Harun Farocki, 1995, 36’
Factory Gate Films da colecção Mitchell e Kenyon
Variações sobre um dos motivos primeiros da história do cinema – a saída da fábrica. O filme-compilação de Farocki reúne e comenta diversas imagens de filmes ao longo da história que mostram o movimento de saída dos trabalhadores. No final uma selecção dos filmes da dupla Mitchell e Kenyon, documentos sobre a Inglaterra no início do século.

Sábado 26 · 16h00
As história(s) do cinema
Visual Essays: Origins of Film – Storming the Winter Palace de Al Razutis, 1984, 16’
O último dos ensaios visuais de Al Razutis é uma reflexao sobre a montagem e a dialética nos filmes de Eisenstein a partir de imagens de “Outubro” e dos escritos de Benjamin Buchloh, entre outros.
Gloria! de Hollis Frampton, 1979, 10’
“Em Gloria!, Frampton confronta formas do século XIX com formas contemporâneas, através da junção de um filme de cinema primitivo com a imagem vídeo de material textual. (...) Gloria! transforma-se numa meditação cómica, por vezes comovente, sobre a morte, a memória e sobre o poder da imagem, música e texto para ressuscitar o passado.” Bruce Jenkins
Moments Choisis des Histoire(s) du Cinéma de Jean-Luc Godard, 2000, 84’
“Aquilo que revela Godard nestes Moments Choisis é o valor introspectivo da sua reflexão em acto sobre a imagem. Não fazer da história do cinema um monumento cronológico, mas um sonho filosófico imemorial.” E. de Lastens

Sábado 26 · 18h30
A história elementar do cinema
Conferência de Klaus Wyborny com projecção de Elementare Filmgeschichte
A História Elementar do Cinema de Klaus Wyborny é um trabalho em progressão desde 1971 – uma sucessão de filmes de Hollywood filmados de um ecrã de televisão. Filmando apenas alguns fotogramas de cada plano, Wyborny comprime os originais a apenas uns minutos cinéticos. O resultado não só tem o efeito de transformar “Morocco” ou “Million Dollar Legs” em anticipações do seu próprio trabalho, oferecendo uma análise útil da consistência visual que existe e atravessa um dado filme. Os filmes, ordenados cronologicamente tornam explícito o declínio da narrativa comercial e a cada vez maior dependência na forma do campo/contra-campo. Klaus Wyborny estará presente para falar sobre este projecto.

Sábado 26 · 21h30
Antologia do cinema – Hartmut Bitomsky (I)
Das Kino und der Tod * [O Cinema e a Morte] de Hartmut Bitomsky, 1988, 56’
Flächen, Kino, Bunker – Das Kino und die Schauplätze ** [Superfícies, Cinema, Bunkers] de Hartmut Bitomsky, 1991, 52’
No primeiro filme do projecto Antologia do Cinema de Hartmut Bitomsky, pergunta-se “Porque é que o cinema sente necessidade da morte, se não a pode mostrar?” – O monólogo do realizador cruza o discurso das imagens. O segundo é um filme sobre os lugares tal como são imaginados pelo cinema: espaços de lembrança, reais, semelhantes...cruzados por Hitchcock, Chaplin, Buñuel, Renoir e Depardon.

Domingo 27 · 18h30
Antologia do cinema – Hartmut Bitomsky (II)
Jean Rouch. Premier film: 1947-1991 de Dominique Dubosc, 1991, 27’
Jean Rouch improvisa um novo comentário em harmonia com as suas imagens, terminando assim finalmente, em 1991, o seu «primeiro filme», Au Pays des Mages Noirs.
Das Kino und der Wind und die Photographie: Sieben Kapitel über Dokumentarishe Film ** [O Cinema, o Vento e a Fotografia: Sete Capítulos sobre o Filme Documental] de Hartmut Bitomsky, 1991, 52’
Em “O cinema, o vento…”, o cineasta inquire livremente extratos de citações sobre as imagens documentais e a sua “verdade”. Cruzamos Flaherty, Ivens, Robert Frank, Peter Nestler, Jean Vigo…

Domingo 27 · 21h30
Morrer pelas imagens
La mer et les jours de Alain Kaminker e René Vogel, 1958, 22’
Mourir pour des images de Réne Vautier, 1971, 45’
“Morrer pelas imagens” reconstitui através de entrevistas a rodagem do filme La Mer et Les Jours, realizado em 1958 por Alain Kaminker e René Vogel (e com um texto de Chris Marker). Alain Kaminker desapareceu durante a rodagem do filme, um documentário sobre a vida dos habitantes da Ilha de Sein. O filme constitui-se como uma interrogação sobre os laços que unem quem filma a quem é filmado.

* Filme legendado em inglês
** Filme legendado em português

Classificação: M/12 Filmes na versão original

Bilhetes à venda:
Culturgest
Fnac
Bliss
Livrarias Bulhosa
lojas Abreu
www.ticketline.sapo.pt
Reservas:
707 234 234

21 December 2007

Testemunhos com Manuel Costa Cabral


(excerto) sessão realizada na 5ª feira, 13 de Dezembro de 2007 às 21 horas no Salão do Ar.Co, Rua de Santiago, 18, Lisboa.

Em sessões que se desenrolarão ao longo do ano lectivo, personalidades nacionais e internacionais envolvidas na produção, divulgação e administração das artes são convidadas a destacar, individual e informalmente, aspectos relevantes da sua experiência profissional ou de recentes experiências formativas, compondo visões subjectivas dos mecanismos do “mundo da arte”.

12 December 2007

Ciclo de performances de Gustavo Sumpta

PROGRAMA
Quarta, 12 de Dezembro, 22h00
"Assim não vais longe." ESTREIA ABSOLUTA
Quinta, 13 de Dezembro, 22h00
"A dúvida está a desaparecer do mundo. Matamo-la como matamos os homens que duvidam. É mais seguro."
Sexta, 14 de Dezembro, 22h00
"O melhor mundo possível"
Sábado, 15 de Dezembro, 22h00
"O amigo do meu amigo não é meu amigo."
"Primeira lição de voo. Pobre não tem metafísica."
Domingo, 16 de Dezembro, 18h00
Conversa: "As Performances que nunca vi" (II)
com Gustavo Sumpta e Pedro Morais.
Acompanhada da performance "Ser artista em Portugal"

VIDEOS
Durante os dias de apresentação serão projectados vídeos de outras performances de Gustavo Sumpta que, por razões técnicas ou circunstanciais, não foi possível integrar no ciclo.
Vitória, vitória, acabou a história
Performance realizada na exposição TOXIC, O discurso do excesso, no âmbito do projecto TERMINAL, Hangar K7, Oeiras, Abril 2005.
LAB11.4
Trabalho apresentado no âmbito do LAB11, Atelier RE.AL, Lisboa, Março 2005.
E...
Trabalhos desenvolvidos durante o processo de criação do espectáculo “Para onde vai a luz quando se apaga?” de João Fiadeiro/RE.AL, Maio 2007.

LOCAL
RE.AL
Rua Poço dos Negros nº55
1200-336 Lisboa | Portugal
Tel: (+351) 21 390 92 55

10 December 2007

Experiência profissional e académica no campo das artes – testemunhos

Manuel da Costa Cabral

5ª feira 13 de Dezembro 2007, 21 horas
Salão do Ar.Co, Rua de Santiago, 18, Lisboa


Em sessões que se desenrolarão ao longo do ano lectivo, personalidades nacionais e internacionais envolvidas na produção, divulgação e administração das artes são convidadas a destacar, individual e informalmente, aspectos relevantes da sua experiência profissional ou de recentes experiências formativas, compondo visões subjectivas dos mecanismos do “mundo da arte”.

As sessões destinam-se prioritariamente a alunos do Ar.Co em fase de finalização da sua formação (Fases 3, Cursos Avançados, Projectos Individuais).


NOTA BIOGRÁFICA
Manuel da Costa Cabral, nasceu em 1941. Formou-se em Pintura na Escola Superior de Belas Artes de Lisboa (1963) e trabalhou como professor de arte em diversas escolas públicas e privadas e como designer de exposições em colaboração com o pintor Manuel Lapa. Envolveu-se em inúmeras actividades de animação e intervenção socio-cultural nos últimos sete anos da ditadura (1967-74) e nos primeiros sete anos de democracia (1974 –81). Entre 1971 e 72 realizou uma visita de estudo, de seis meses, a vinte instituições artísticas universitárias americanas como bolseiro do Instituto Internacional de Educação e da Fundação Calouste Gulbenkian sob orientação do professor Rudolf Arnheim de Universidade de Harvard. Entre 1974 e 1977 colaborou no projecto de arranque da cooperação portuguesa voluntária na República da Guiné Bissau (formação de professores).
Em 1973 fundou em Lisboa o Ar.Co- Centro de Arte e Comunicação Visual, tendo sido seu Director Executivo durante 21 anos.
Em 1993 recebeu o grau de Honorary Fellow do Royal College of Art em Londres.
Retomou a actividade de pintor em 1982 e tem exposto regularmente desde 1989.
Desde 1994 exerce as funções de Director do Serviço de Belas-Artes da Fundação Calouste Gulbenkian.

26 November 2007

Mostra Vídeo-Dança

Hoje, 26 de Novembro de 2007 às 21 horas, no Jardim de Inverno do Teatro Nacional São Luís realiza-se a mostra de vídeo-dança intitulada "Dança sem sombra". No final haverá uma conversa com Pedro Sena Nunes e com Sofia Neuparth.
Programa:
Animalz_Sérgio Cruz_Portugal_2006_4min
Self Placed_Wendy Erickson_Reino Unido_2001_17min
Fall_Ivo Serra_Portugal _2006_6 min
Matbots_Filip Molski, Matgorzata Haduch_Holanda/ Polónia_2005_5min
Skin_Catarina Barata_Portugal_2007_5min
Singular_Carolina Natalk, Marcos Luporini_Brasil_2006_6 min
Solistas_Filipe Martins_Portugal_2006_8min
Aufwärts_Helene Weinzierl, Chris Amrhein_Austria_10min
IIB_António M. Cabrita, Luís Marrafa_Portugal_ 2007_12min
Dos Ambientes - Buenos Aires Flat_Rodrigo Pardo, Guiye Fernandez_Argentina_16min
1-2 Lugar Designado_Verónica da Costa_Portugal_6min
Hacia a casa_Máximo Daniel Lamela Adó, Letícia Testa_Brasil_2007_3min
Lugares_Nicolas Lelièvre, associação voarte_França Portugal _2007 _4min
Mouvement portraits_Luciana Fina_Portugal/Itália_2004_14min
Blind Date_Philíppe Saire_Suiça_2006_26min
Una Toma_Rodrigo Pardo_Holanda_6min

23 November 2007

Estudo sobre Medeia

Teatro • Encenação de Antonio Latella

Na Culturgest

Quinta 29, sexta 30 de novembro e sábado 1 de Dezembro de 2007
Palco do Grande Auditório• Duração 1h05 + 50 m + 40 m
1 capítulo: €8 (Jovens até 30 anos: €5) 3 capítulos: €15 (Jovens até 30 anos: €10)








Dividido em três capítulos, cada um deles potencialmente autónomo, o tríptico sobre Medeia concentra-se nalguns temas que surgiram da leitura do grande texto de Eurípides. Este é aqui utilizado como pretexto, imprescindível ponto de partida, para uma interpretação pessoal com uma forte liberdade expressiva que encontra a sua correspondência cénica na utilização de escassos elementos cenográficos, nos corpos e vozes dos actores como vectores de informação e emoção, no uso de várias línguas destinadas a tornar-se simplesmente som.
Três telas sujas, caóticas, cores lançadas de jacto sem gramática, sem lógica, a ruptura de uma forma, ou pelo contrário a tentativa utópica da não-formalização. Deste caos, é a memória dos corpos, da carne, que toma a dianteira.
A primeira tela ou capítulo I, Medeia e Jasão, é o encontro/embate destes dois corpos e das suas histórias, síntese da história de Medeia, do mito Medeia, tal como nos foi transmitido. Dança de corpos que se procuram e se anulam no outro, nesta memória que não pertence aqui. As outras duas telas ou os outros dois capítulos vêm completar a narrativa do primeiro: o corpo da mulher amada/amante que se torna o corpo mãe/corpo infanticida; e depois no último capítulo o corpo que elimina, anula o sangue, a carne, para ascender e portanto tornar-se Dea-Me-Dea. Poucas palavras, palavra nenhuma: alfabeto que procura a reconquista de uma língua na impossibilidade da compreensão, onde o dizer se torna som, memória arcaica. Música.
antonio latella

Classificação: M/16
Informações e reservas
21 790 51 55
culturgest.bilheteira@cgd.pt
Bilhetes à venda
Culturgest
Fnac
Bliss
Livrarias Bulhosa
lojas Abreu
www.ticketline.sapo.pt
Reservas
707 234 234

15 November 2007

Conferência “As Artes e a Imagem em Movimento”

No âmbito da exposição”Cinema e Imagem em Movimento no Ar.Co” realizar-se-á uma conferência/conversa sobre o modo como os diferentes agentes culturais - artistas, museus, galerias, indústria cinematográfica, produtores, escolas, etc. – se posicionam face aos problemas levantados pela imagem em movimento no contexto da actualidade.


Local: galeria Arte Contempo – Rua dos Navegantes 46ª, Lisboa.
Data: sábado, 17 de Novembro de 2007, às 16h00.
Com: Marcelo Costa (artista plástico e responsável do Departamento de Cinema/Imagem em Movimento do Ar.Co), Amândio Coroado (produtor de cinema e professor universitário), Miguel Wandschneider (comissário e responsável pela programação de arte contemporânea da Culturgest) e Marco Martins (realizador de cinema).